Meus dedos são estas armas calejadas pelo ofício da escrita.
sábado, setembro 24, 2011
Sem palavras
Sem palavras. Não, não insistas, não digas nada! Imagina apenas que folheias as páginas deste livro com o toque alvo e puro do meu vestido de brocado. Sem palavras. Limita-te a caminhar na berma azul e silenciosa da madrugada , até que chegue a hora em que os pássaros abandonam a ramagem das acácias. Sem mais palavras do que aquelas que fazem eco nas águas quietas do coração.
Em silêncio os pássaros abandonam os ramos das acácias e vêm espreitar o desenho da brisa sobte as águas e começam a cantar o segredo melodioso do teu coração. Lindo e formoso o teu poema e ronronante como o veludo das tuas vestes de fada à beira das águas.
2 comentários:
Em silêncio os pássaros abandonam os ramos das acácias e vêm espreitar o desenho da brisa sobte as águas e começam a cantar o segredo melodioso do teu coração.
Lindo e formoso o teu poema e ronronante como o veludo das tuas vestes de fada à beira das águas.
Muito obrigada, Edu!
Sabes ler-me e deixar-me sem palavras.
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