
O seu vestido era uma longa tela branca
onde dedos de pintor um dia desenharam
pétalas de rosas, de fúcsias e de liláses.
Breves impressões de folhas ,
esvoaçantes e etéreas ramagens.
Vestida, lembrava a forte e fresca Primavera.
Dizem que dançava flamenco no terraço da mansão.
Nua, era o calor do Sol de Agosto.
Um mar de perfume !
Visite-me no "Caminhando pela Paz", post de hoje "Alegria - Eleve o seu bem-estar"
e tenha um magnífico Domingo!
6 comentários:
Minha amiga, dei uma virada, mas não te deixo. Bj.
Que tela mais ardente, a que junta Agosto às flores quentes de um vestido e de um corpo que se liberta frenético com as asas de um flamengo! E eu, que desgosto! de não estar presente nesse gosto!
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Obrigado pelo selinho, pela tela e pelo calor de Agosto.
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Beijo.
Bom, enganei-me: queria dizer, no final, nesse Agosto.
Mas , veno bem, nesse gosto,
- Também está bem.
Hoje, tudo rima.
Foi da tela?
Do vestido?
Do corpo?
Da dança?
Meri,
Acho bem que não me deixes.
Parecem estar todos de férias, algures sem ligação à rede.
Bem, não posso falar muito porque em Setembro,vou fazer o mesmo.
beijinhos grandes, amiga!
Clo
Eduardo, meu bom amigo,
As telas são da autoria dos pintores. Eu, enquanto simles poetisa, limito-me a traduzir por palavras o que elas me transmitem.
Mas estou a ver que em se falando de flamenco, vocês baralham-se todos. He he he Demasiado sol, meu amigo, demasiado sol.he he he haja alegria!
Um abraço de muita amizade,
Clo
O pintor pinta como se vestisse um vestido!
Que metáfora linda Clotilde
Tecelã és tú!
Beijo
João
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