domingo, abril 22, 2012

De pedras e de azuis


 Meus poemas? São tão antigos!
 Singelos  degraus, velhinhos musgos, os meus versos.
E eu vou subindo na vida, passo a passo,
a soletrar teu nome enquanto é tempo,
não vá faltar-me o fôlego pr'a te cantar.
Meus sonhos? Trepadeiras azuis!
Da cor das hortênsias e dos jacintos,
dos riachos, dos lagos e dos mares...
E eu vou sonhando, noite e dia,
a escrever teu nome enquanto é tempo,
não vá faltar-me a voz pr'a te inventar.
Porque tu sabes, meu AMOR, eu sei que sabes,
os meus poemas
são esta mescla de pedras e de azuis!
São tantos____________________,como as marés,
e no entanto, qual Oceano___________ apenas um,
_______________________________ apenas tu!

C.S. 2012



5 comentários:

Eduardo Aleixo disse...

É linda a cor com que enfeitas os degraus dos teus poemas.
No cimo dos degraus existe a catedral das rosas
e é das rosas que caem as pétalas
que toldam o nosso olhar
ao ler-te.

Eduardo Aleixo disse...

É linda a cor com que enfeitas os degraus dos teus poemas.
No cimo dos degraus existe a catedral das rosas
e é das rosas que caem as pétalas
que toldam o nosso olhar
ao ler-te.

Eduardo Aleixo disse...

Passei por aqui e deixo um beijo. Bom 25 de Abril.

Eduardo Aleixo disse...

Passei por aqui e deixo um beijo. Bom 25 de Abril.

Clotilde S. disse...

Bom 25 de Abril para ti também, Edu! Beijinho!